ZECA MACÊDO

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ZECA MACÊDO


COMPOSITOR


Apresentamos a seguir, de maneira objetiva, a formação artística e a experiência profissional adquirida por Zeca Macedo ao longo de 50 anos de vivência com a música, além da vocação para composições com ênfase lírica, destacando, sobretudo os gêneros, bossa, samba, baião e frevo de bloco.



Zeca teve suas maiores influências na música de Chico Buarque, Milton Nascimento, Caetano, Gil, Luiz Gonzaga e tantos outros expoentes da MPB.

RESUMO

Nascido no Recife, em 01 de Junho de 1956, na rua José de Alencar, bairro da Boa Vista, do qual é amante incondicional, morou até os 9 anos de idade no bairro do Varadouro em Olinda, outro local ao qual é também muito ligado, em especial o sítio histórico. Considera o bairro da Boa Vista, o melhor do Recife em termos de tradição e boemia; um paralelo ao sítio histórico de Olinda.


Dos 9 aos 16 anos morou em Maceió. Aos 12 anos aprendeu a tocar violão, presente que ganhou do pai, por sugestão do irmão mais velho, no dia do seu aniversário. 


Aos 16 anos, com 4 anos de aprendizado na roda de amigos músicos, foi convidado a tocar no 4 º melhor conjunto de Alagoas da época, (1972) o Golden Lions que executava músicas de origem centro-americana, estilo Carlos Santana, além do repertório da época. Aliás, o Zeca é contemporâneo de Djavan que tocava em outro conjunto, o LSD que era considerado o melhor de Alagoas.


Nesse mesmo ano (1972), mudou-se para o Recife onde intensificou as composições, tendo conhecido muitos parceiros, entre eles, Eduardo Diógenes, Walter Moura, Artur Saraiva, Sueli Caminha, Marcos Lima, João Melo e outros. Suas músicas cantam o social, a vida, a terra natal, o amor. 


Teve convite e indicação para gravar algumas de suas músicas pela Banda Black Rio (berço de Tim Maia e Jorge Ben Jor). E também por Elis Regina, tendo ocorrido seu falecimento antes de se concretizar a eventual gravação de uma de suas músicas.


Seu forte é ser instrumentista e compositor, atualmente com aproximadamente 80 músicas compostas em parceria com os poetas, letristas e músicos, citados anteriormente. 


Seu histórico de participações em festivais é o seguinte:

Classificado para a eliminatória do Festival de Música Popular de Penedo/AL com duas músicas: “Ao Som do Mar” e “Matuto aqui, Matuto ali” em 1972 com 16 anos.


Prêmio de melhor intérprete no 1º Festival de Bar do Recife, realizado no bar Olho Nu, em Casa Forte (bairro do Recife), em 1986, com a música “Ramolina” em parceria com Artur Saraiva.

Classificado entre as finalistas no 1º Canta Nordeste da Rede Globo, em 1991, com a música “A Poesia”, parceria com Eduardo Diógenes, interpretada por Eliane Ferraz, com gravação de CD.


Classificado em 2º lugar no IV Recifrevo da TV Jornal do Commércio e Fundação de Cultura da Cidade do Recife/FCCR, em 1992, com o frevo de bloco, “Bloco do Regresso”, em parceria com Sueli Caminha, interpretada pelo Coral de Banhistas do Pina. Disco gravado ao lado de Capiba, J. Michiles, Getúlio Cavalcanti e outros compositores de renome no cenário do frevo pernambucano.


Classificado em 1º lugar do Brasil no Festival do Banco Nacional em nível nacional com a música “Vida de Boêmio” em parceria co João Melo e finalíssima realizada em Salvador em 1993 e disco gravado.


Classificado para eliminatória de Pernambuco do 4º Canta Nordeste da Rede Globo, em 1994 com a música “Amante”.

Finalista do 3º MusiSesc-TV Tribuna em 1997, tendo sido impedido de concorrer à qualquer colocação pelo não-comparecimento da intérprete. Música: “De um Adeus”, parceria com Eduardo Diógenes.


Lançamento do 1º CD-solo “Vida de Boêmio” no verão de 2004.


Classificado para finalíssima do Festival Sesi Música 2010 com a música “Amigos do amor” com previsão de gravação de CD descontinuada.

Classificado em 2º lugar no Festival Sesi Música 2011 com a música  “Funil no Galo”, parceria com Dudu Silva.


Teve várias apresentações em shows em TV´s, Rádios, Teatros e Bares, entre eles:  


         TV:  Globo, Tribuna e Jornal do Commércio.          

         Teatros: Projeto "Abril pra Música" no teatro do Parque, Teatro Hermilo Borba Filho, Teatro do Forte das Cinco Pontas.


         Clubes/Bares: Delírios e Delícias, Olho Nu, Macunaíma, Clube Chesf Recife, Pátio de 

         São Pedro, todos em Recife, Festival de Inverno de Garanhuns, clubes e                                  

         Boates de Maceió, Boate Tio Patinhas/Rio de Janeiro.

COMPOSITOR ZECA MACEDO

BIOGRAFIA NÃO-AUTORIZADA


PARTE I

Novembro 2013



ZECA MACEDO – Show no Bar Pedra de Toque - Recife / PEbro ⁸2013 

Setembro 2004


Zeca Macedo é compositor, instrumentista múltiplo, vencedor de festivais e escreve em variados gêneros musicais, com destaque para o samba-choro e a bossa-nova.


Toca violão há cerca de 54 anos, com a cancha de quem dedilhou na noite e acompanhou diversos cantores, tornando-se experimentado instrumentista, conhecendo praticamente todos os ritmos e harmonias.

Autodidata, José Carlos Francisco de Macêdo conhece bem, além do violão, o cavaquinho e o órgão elétrico. Sua timidez o impediu de se consolidar profissionalmente, embora componha e execute como tal. Alguns contatos que deixou passar, por esta característica pessoal, poderiam tê-lo creditado em fonogramas de Elis Regina, de Gilberto Gil e da divina Elizeth Cardoso, amigos pessoais de Dagô, nossa mãe, com acesso natural a qualquer um deles.


Conto o fato apenas para registro da história que Zeca viveu nesses anos, tendo de buscar o seu ‘ganha pão’ na Chesf – a Companhia Hidrelétrica do São Francisco, onde esteve por 30 anos e da qual se desligou em 2013, adquirindo o direito à sua aposentadoria.

Zeca trabalhou na Chesf e nesta empresa gigante, ele foi de operador de subestação até o posto que lhe coube, em maior escalão, como técnico formado pelo IFPE – Instituto Federal de Pernambuco -, além de economista diplomado pela Universidade Federal Rural de Pernambuco, onde chegou com a 2ª melhor nota do curso.

Mas o que encanta e deixa os amigos, admiradores e ouvintes de qualquer canto e ocasião é que Zeca e seu violão são um todo: o músico parece nu sem seu instrumento.


Aqueles que o conhecem de perto, como este seu irmão, suspeito, parcial e primeiro admirador, já o viram fazer atividades domésticas, como ir ao açougue, comprar a carne para o almoço do dia, com o silencioso violão acima do ombro. Alguns balconistas já ouviram de soslaio, notas, acordes e até pequenos trechos de música em suas tarefas de venda e entrega de produto.


O que digo sobre açougue, serve para padarias, farmácias, bancas, botecos, pequenas andanças, peripatéticas conversas (ensinamentos, aprendizados e teses filosóficas jogadas ao vento) à beira-mar em Piedade, ou nos subúrbios do Bongi, de General San Martin. Zeca é um aristotélico-dadaísta. Não tentem desenvolver a temática. Ele é assim e pronto!


Feita no trajeto de ônibus Santos-São Paulo, em 2009.

Ouça aqui a música: Chorinho dos Imigrantes

Zeca Macedo é, eminentemente, um músico pernambucano. Suas raízes vêm do bairro de São José. Se querem precisão, do ouvir permanente dos clarins de momo na rua padre Floriano, um dos pólos naturais do carnaval recifense nos anos 60, 70 e até 80 (hoje, a coisa mudou muito, para pior, digo eu).

Não por acaso, ali se inventou o Galo da Madrugada, de Enéias Freire, amigo de meu avô, Cabôco Nemésio, e irmão de nossa (minha e de Zeca) professora, d. Célia, dona do Instituto Joaquim Nabuco.

Digamos que foi formado na escola de Batutas de São José, Rebeldes Imperial, Vassourinhas, dos maracatus que vinham de longe para o nosso vizinho pátio do Terço, ecoando a “Noite dos Tambores Silenciosos”. Mas tinha também tempo para arruar e passar pelas ‘Calçadas’ e chegar ao pátio da Basílica da Penha, praça d. Vital e o Mercado de São José. Ali repentistas e cantadores completavam seu “mês”, fazendo troças com os passantes e tirando toadas para ouvintes, amoitados nas belas e benevolentes árvores que davam sombra para a proteção do inclemente sol do meio-dia. Zeca estava lá.

Nessa jornada alguns amigos que fizeram o coro, o coral, a claque, e deram inspiração e parcerias foram Artur Saraiva, Walter Cabral de Moura, Eduardo Diógenes, este amigo que vos fala, Ênio, Simone, Rejane, Rui Ribeiro, Marcos Lima, João Melo, Sueli Caminha, Heitor Rocha, Gustavo C. Lima, Guila (in memoriam).

Walter Cabral, Eduardo Diógenes (in memoriam) e tantos outros poetas e músicos ou meros diletantes, grupo de pessoas de quem Zeca se acercou para chancelar – por assim dizer – o excelente som que tirava do instrumento, quando mostrava seu repertório, suas composições já reconhecidas, algumas gravadas, e as novidades que andava compondo.

É bagagem que vem de longe, do início das primeiras apresentações nas boates de Paripueira, perto de Maceió-AL, onde morou por bom tempo. Já aos 16 anos tocava guitarra, baixo e, eventualmente, órgão elétrico, no ‘Golden Lions’, conjunto efêmero, contemporâneo de Djavan, nas Alagoas dos anos 60/70.


Como foi dito, Zeca é primordialmente um compositor de samba-choro e bossa-nova. Suas canções têm matriz nordestina, mas não exclusivamente: 

Ao lado de um lindo “Bloco do Regresso”, um dos primeiros colocados no Festival Recifrevo, pode se esperar uma MPB de primeira linha.


Além da influência natural de Gonzagão, Jackson do Pandeiro, Jacinto Silva, Lia de Itamaracá, Capiba, Nelson Ferreira, Felinho (autor do arranjo definitivo de Vassourinhas), além das histórias de Felinto (fundador do mais famoso bloco carnavalesco do Recife, o ‘Apôis Fum’, consagrado em Evocação nº1), Zeca Macedo absorveu muito bem a boa MPB de Pinxinguinha, Dilermando Reis, Tom Jobim, Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Milton Nascimento, Sá,  Rodrix e Guarabira, João Pernambuco, João Donato, Carlos Lira, Edu Lobo e outros – nesse tópico, Zeca – consultado – pede que seja registrada sua total anuência com as biografias não-autorizadas.


‘A Louca’, Zeca Macêdo/Marcos Lima – 1986,  (demo)


Ouça aqui a música: A Louca

Autodidata sim, porém estudioso ao máximo. Sempre procurando se esmerar, aprender, tocar com mais sofisticação e pureza sua música e acumular parceiros-poetas da mais alta qualidade.


É provável que a Chesf tenha perdido um grande funcionário, certamente perdeu. Mas a música ganha com a nova caminhada do compositor e instrumentista, que forja sua matéria-prima artística com mais tempo.


Nós, que o conhecemos, teremos a felicidade de tê-lo mais vezes: o grande músico e artista e, mais que tudo, o homem íntegro e generoso que é Zeca Macedo.



(*) Zeca Macêdo é membro da ICAS – Igreja Católica Apostólica Sertaneja, como Padre, sendo colaborador bissexto do Jornal da Besta Fubana, editado por Luiz Berto e Aline.



BIOGRAFIA NÃO-AUTORIZADA

 PARTE II

Compositor Zeca Macêdo no FIG, Festival de Inverno de Garanhuns-PE 

Junho 2009


Esta é a segunda parte da biografia resumida do compositor Zeca Macedo, em continuidade à coluna da semana passada, nesta série “Perfis e Biografias Não-Autorizados”. Desta feita, chamo a atenção para a farta história de participação em festivais e prêmios com composições de sua autoria, em geral feitas em parcerias.


Como qualquer participante de eventos de competição, Zeca teve muitas grandes conquistas e algumas atuações aquém do esperado. Estas decepções nem sempre foram responsabilidade direta do compositor.


Conto aqui um caso, que se pudesse apagar da história da biografia do meu irmão, o riscaria sem pudor.

Sucedeu que Zeca classificou duas canções para a fase eliminatória do ‘Festival de Música Popular de Penedo’, em Alagoas. Como tivesse outro compromisso musical – marcado de última hora -, ficaria sem ter como defender pessoalmente seu trabalho – eliminado por W X O. Foi no ano da graça de 1972.


Com a cara de pau que é característica deste que vos fala, disse: “mano, nem que eu cante no festival – o tom era de ameaça mesmo – você não deixará de ter suas músicas ‘defendidas”. Para os caros leitores terem uma ideia, sou pior do que a Vanusa cantando o hino nacional, em situação cambaleante. Desafinado demais, mas com coragem e espírito de solidariedade invejáveis.


Pois bem, Zeca fez uns cinco ensaios comigo – levei as letras escritas, por garantia, acompanhado pelo violão de Dema, este sim um instrumentista de qualidade, que dividiu a cena comigo, coitado. Grande Dema!


Fotos do Hotel e do Teatro São Francisco

Hotel São Francisco (à esq.) Teatro Sete de Setembro – (centro e dir.)

Foi uma noite constrangedora. Uma plateia enorme (450 pessoas? sei não!) – eu olhei só uma vez à frente. Eram duas toadas sertanejas. Quando ‘executei’ “Ao Som do Mar”, o público ficou perplexo, mas não vaiou, poupando esse pobre cidadão.



A coisa veio abaixo mesmo quando fui anunciado pela segunda vez; – Apresentador: “e agora, novamente, composição de José Carlos Macedo, “Sou Matuto Aqui, Sou Matuto Ali”, com o ‘intérprete’ Joaquim Macedo Júnior”.


Aí a plateia foi implacável, vaia ininterrupta, cruel, cheguei a ouvir um desalentado ‘de novo não’. A diferença para a famosa cena de Sérgio Ricardo, em “Beto Bom de Bola” é que eu não tinha violão na mão para quebrar na irada plateia. Bom e o apresentador também não era nenhum Blota Júnior, tá?


Felizmente, Zeca não viu o ‘assassinato’ de suas duas canções, que são bonitas, mas nunca mais quis ouvi-las. Ficou um trauma em relação ao Hotel São Francisco, onde fiquei nababescamente instalado e ao histórico teatro, onde cometi o infortúnio – equipamentos lindos e tradicionais, que serviram de cenário para a minha tragédia. Zeca soube do ‘homicídio musical’ por meio da minha descrição rica em detalhes e crueldade.


Saí de Penedo com um ‘valor agregado’: conheci uma das mais belas cidades do Brasil, beijada pelo São Francisco, fronteira fluvial de Sergipe com Alagoas.

Passado então o registro do maior fiasco da trajetória de festivais de Zeca Macedo, causado pelo irmão-solidário, vou, agora, relacionar alguns bons fatos de outros festivais e prêmios.


Em 1986, ‘Ramolina’, canção sua e do músico, compositor e amigo Artur Saraiva, recebe prêmio no 1º Festival de Bar do Recife, realizado no ‘Olho Nu’, em Casa Forte, capital pernambucana.


Ramolina – de Zeca Macedo e Artur Saraiva, 1986

Ouça Ramolina de Zeca Macedo no #SoundCloud



A primeira participação em CD de festivais ocorre no “1⁰ Canta Nordeste da Rede Globo”, em 1991 e tem “A Poesia”, parceria com o poeta Eduardo Diógenes, interpretada por Eliane Ferraz, incluída entre as finalistas e, portanto, gravada no CD do festival.


Em 1992 participou do 4⁰ Recifrevo - Festival de músicas de carnaval da cidade do Recife junto com a TV Jornal do Commércio, com a música Bloco do Regresso - de Zeca Macedo e Sueli Caminha, ficando em 2⁰ lugar.

Ouça a música Bloco do Regresso:


No ano seguinte, conquista o 1º lugar no “Festival do Banco Nacional” abrangendo todo o país com a música “Vida de Boêmio”, em parceria com João Melo. A final, realizada em Salvador em 1993, resultou num disco gravado em vinil. 

O áudio dessa música está no comentário do Cd autoral Vida de Boêmio.


Novamente em 1994, classificado para a eliminatória do 4⁰ Canta Nordeste com a música Amante na voz da cantora Dalva Torres. A cantora não pode defender a música nessa eliminatória, sendo substituída pelo parceiro e músico Márcio Silveira.


Amante - (Zeca Macedo e Sueli Caminha, 1994) (demo) voz da cantora Dalva Torres.


Finalista no “3º MusiSesc-TV Tribuna”, em 1997, com a música “De um Adeus”, não pode concorrer por problemas técnicos de última hora. Trabalho elogiado pela crítica e abraçado pelo público, teve só uma edição, por falta de patrocínio, coisa comum, principalmente na área artística em nosso país. Houve promessa de gravação de Cd pelos organizadores do festival mas que não foi concretizada.

Na fita demo, na voz da cantora Dalva Torres, a música ficou assim:


De um adeus - Zeca Macedo e Eduardo Diógenes, 1997.


No verão de 2004, finalmente, Zeca Macedo, lança seu primeiro CD solo “Vida de Boêmio”, título inspirado em uma das faixas, a música premiada no festival supracitado em parceria com João Melo.

Os custos de gravação saíram do bolso do compositor. 

Vida de Boêmio, de Zeca Macedo e João Melo, 2004, na voz do parceiro João Melo e arranjo musical do maestro Agostinho Silva.

Esse CD “Vida de Boêmio”, gravado em 2004 em produção independente com 10 músicas tem como destaque  entre outras faixas, "A Folha", um autêntico baião em parceria com o letrista Rui Ribeiro que pode ser ouvido a seguir.

Com mais duas participações no “Festival Sesi Música” em 2010 e 2011, Zeca completa, até o momento, seu ciclo de exposição de seus trabalhos em eventos desta natureza. Classificou-se para as finais da edição de 2010, com “Amigos do Amor” (letra e música). O CD do Festival, programado para sair em janeiro de 2011, também não se concretizou, fato habitual neste país dos atrasos. 


Amigos do Amor - de Zeca Macedo, 2010



Conquista o 2º lugar, no evento, realizado em 2011, com o frevão “Funil do Galo”, homenageando nosso ‘Galo da Madrugada’, hoje tão distante dos objetivos que inspiraram sua fundação, pelo saudoso Enéas Freire.


Funil do Galo, de Zeca Macedo e Armando da Silva, 2011


Autor de 80 músicas registradas, Zeca Macedo, está afiado e em plena atividade criativa que, esperamos seus admiradores, se intensifique após a saída, por aposentadoria, da Chesf – a Companhia Hidrelétrica do São Francisco.


Para encerrar, uma parceria com Walter Cabral de Moura, poeta, amigo e parceiro de todas as horas – o ‘Vuco-Vuco’ (2004) que é uma poesia publicada em seu ‘Livro dos Silêncios’, posteriormente adaptada como letra para constituir o CD Vida de Boêmio. 


Vuco-Vuco - de Zeca Macedo e Walter Cabral de Moura, 2004

Ouça aqui a música: Vuco-vuco

Semana que vem, mais perfis não autorizados. Estou preparado para processos, já tendo contratado um bom advogado para quaisquer reclamações dos que se sintam ofendidos ou tenham invadida sua vida privada.



Uma das músicas gravadas no CD:

Vuco-Vuco – Zeca Macêdo-Walter Cabral de Moura

Poesia publicada no ‘Livro dos Silêncios’, de Walter Moura, 2000.



PS: esta é uma homenagem especial: por coincidência, no dia da edição desta biografia, Zeca está deixando a Chesf, onde trabalhou por 30 anos. Boa sorte, mano querido.

Minhas Letras


EU SOU DE PERNAMBUCO

QUE EU NÃO SOU MALUCO

E VOU ME PERDER NO VUCO-VUCO

COM VOCÊ


EU VOU DANÇAR O FREVO DE VASSOURINHA

DEPOIS ENTORNAR

MAIS UMA LOURINHA

COM VOCÊ


E O CARNAVAL DE OLINDA

VIXE QUE COISA MAIS LINDA

TEM TUDO QUE ME APETECE

BLOCO QUE SOBE E QUE DESCE

TEM PITOMBEIRA, ELEFANTE

NUMA FOLIA ELEGANTE

QUE A GENTE ATÉ SE ESQUECE (Bis)

DE TUDO QUE VIU ANTES

10 músicas de Zeca Macedo

Candeias

Noite dos Tambores Silenciosos

Galo Danado

A seguir, Zeca Macedo e João Melo, parceiro letrista, apresentando a música, "Maria".

Músicas em parceria com João Melo

Amor de Fã

Luz Azul (blue)

De Onde Vem o Amor

Quarta-feira

Eu Quis Cuidar de Você

Amigos do Amor

compositorzecamacedo@gmail.com

(81) 9993-24280

F I Q U E L I G A D O

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